Lançamentos PC PlayStation Survival / Terror Xbox

Capcom rejeita IA nos jogos.

A Capcom deu o papo e dessa vez foi certeiro: inteligência artificial não serve para criar arte e ponto final. Shinichi Inoue, vice-presidente da gigante japonesa, jogou a real e afirmou que o foco da tecnologia não deve ser substituir o processo criativo, mas sim dar mais liberdade para os desenvolvedores trabalharem. É aquela história, a máquina pode até ajudar a otimizar o fluxo de trabalho, mas a alma e o toque humano que fazem um jogo ser icônico são insubstituíveis. Ninguém quer jogar uma obra sem brilho, né?

Enquanto muita gente na indústria está correndo para automatizar tudo o que vê pela frente, a casa de Resident Evil decidiu nadar contra a maré e priorizar o talento dos seus artistas. É uma posição corajosa em um cenário onde parece que todo mundo quer trocar a criatividade por um comando de texto. No fim das contas, a tecnologia serve para servir o desenvolvedor e não para tomar o lugar dele na mesa de criação. Se o jogo é para ser memorável, o esforço precisa ser genuíno.

E você, o que acha dessa postura da Capcom? Acha que a indústria deveria seguir esse caminho ou a IA é o futuro inevitável dos games? Solta o verbo aqui nos comentários e vamos debater se ainda tem espaço para o trabalho artesanal em títulos tão gigantes.

#residentevil #capcom #games #inteligenciaartificial #gamingnews

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *