A Embracer Group finalmente decidiu que não dá para abraçar o mundo todo e aplicou a tática do Thanos na própria empresa. Depois de um tempo colecionando estúdios como se fossem figurinhas raras de um álbum que ninguém consegue completar, o grupo resolveu dividir a bagunça em pedaços menores. A grande novidade é o surgimento da Fellowship Entertainment, uma nova casa que vai levar um punhado de IPs famosas para tentar respirar um pouco melhor longe daquela centralização caótica que a gente viu nos últimos anos.
Basicamente, eles olharam para o catálogo gigantesco de jogos e decidiram que a melhor estratégia para não naufragar de vez era separar as crianças antes da briga começar. A pergunta que não quer calar é se esse movimento vai salvar as franquias que a gente tanto ama ou se é apenas uma forma elegante de rearrumar as cadeiras no convés do Titanic enquanto o iceberg já está logo ali na frente. Todo mundo sabe que o mercado de jogos anda numa fase estranha de cortes e reestruturações, e essa movimentação da Embracer só mostra que o tamanho da empresa virou um problema maior do que a própria qualidade dos games.
Agora resta saber se essa nova fase vai trazer fôlego para projetos que estavam na geladeira ou se vai ser apenas mais um nome novo em comunicados oficiais para acalmar os acionistas. O que você acha dessa divisão toda: será que isso salva os seus jogos favoritos ou é apenas enrolação corporativa para disfarçar a crise. Conta aqui nos comentários o que você espera do futuro desses estúdios e se ainda tem esperança por algum título específico que ficou perdido nessa confusão toda.
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